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As eleições e o viés de confirmação

[Translate] Nessa época de eleições (e na vida também… por que não?) nós poderíamos estar mais atentos a algo conhecido como “viés de confirmação”, que é “a tendência natural de procurar pistas Leia »

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As quatro irmãs

[Translate] Por Adriano Belisário na Pública Negócios familiares, proximidade com governos, financiamento de campanhas e diversificação de atividades – da telefonia ao setor armamentício – compõem a história das gigantes Odebrecht, OAS, Leia »

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A Navalha de Occam

[Translate] “Numquam ponenda est pluralitas sine necessitate.” - Guilherme de Ockham (c. 1287-1347) A frase mais famosa que é atribuída a Guilherme de Ockham, “Entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem,” traduzida para “Entidades não devem Leia »

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À lei da monotonia

[Translate] Direitos. Os meus direitos: viver, ir e vir, vestir, morrer. Cadê O direito inalienável de ser? Eu ou você? Leia »

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[CRIE SEU PARTIDO] P-VERIL

[Translate] [CRIE SEU PARTIDO] P-VERIL Antes de mais nada eu vos apresento o meu partido: P-VERIL, mas qual o significado desse nome tão incomum dentre todos os partidos hoje existentes? Leia »

As eleições e o viés de confirmação

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Nessa época de eleições (e na vida também… por que não?) nós poderíamos estar mais atentos a algo conhecido como “viés de confirmação”, que é “a tendência natural de procurar pistas e levar mais a sério evidências que confirmem as nossas crenças”[1].

As quatro irmãs

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Por Adriano Belisário na Pública

Negócios familiares, proximidade com governos, financiamento de campanhas e diversificação de atividades – da telefonia ao setor armamentício – compõem a história das gigantes Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.

A Navalha de Occam

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Numquam ponenda est pluralitas sine necessitate.
Guilherme de Ockham (c. 1287-1347)

A frase mais famosa que é atribuída a Guilherme de Ockham, “Entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem,” traduzida para “Entidades não devem ser multiplicadas além do necessário”, não está presente em seu trabalho, e deve mais ao teólogo John Punch (1603-1661). Ockham ele mesmo só disse a frase citada, “Pluralidade não deve jamais ser postulada sem necessidade”, e a filosofia de se livrar de detalhes desnecessários é uma característica de seu trabalho, não exatamente uma frase específica que ele um dia disse. E ainda, isso é só um tipo de posição filosófica/intuitiva, sem uma definição específica, clara e prescritiva. O que é pluralidade? O que isso tem a ver com qualquer coisa? O que é essa maldita “navalha” e o que ela está cortando?

À lei da monotonia

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Direitos. Os meus direitos:

viver, ir e vir, vestir, morrer.

Cadê

O direito inalienável de ser?

Eu ou você?

[CRIE SEU PARTIDO] P-VERIL

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[CRIE SEU PARTIDO] P-VERIL

Antes de mais nada eu vos apresento o meu partido: P-VERIL, mas qual o significado desse nome tão incomum dentre todos os partidos hoje existentes?

A idealização do atendimento e a inexpressão da individualidade

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Eu sempre senti um incômodo pela pressão social para nos padronizarmos, pensarmos e agirmos iguais. Essa pressão acontece diariamente em situações diversas e dentro do ambiente profissional não é diferente. Vivemos uma cultura de enganos e idealizações onde a realidade deve ser disfarçada em um padrão mais confortável de experiência; onde a satisfação do cliente só parece ser completa se vendermos a ele o que nós, como sociedade, idealizamos: um mundo sem problemas, ou, pelo menos, de fachadas bem pintadas para que os problemas não se mostrem.

CONCURSO – CRIE SEU PARTIDO POLÍTICO

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Olá a todos.
Apresento a todos o novo concurso da Sociedade Racionalista. “Crie seu Partido Político”.

Regulamento logo em seguida.
Bons textos.

Muito além do binarismo: primeira parte

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O PT é o centro da discussão política brasileira. Todo o debate é polarizado em função do PT. Vejamos: a) se sou “coxinha”, trago tal alcunha porque me posiciono contrariamente à postura governista, mas sou “manso” – ainda que raivoso em minha verborragia muitas vezes nefasta; b) se sou “vândalo”, trago tal alcunha igualmente porque me posiciono contrariamente à postura governista, mas sou “bravo” – porque minhas manifestações de caráter estético-político são tidas como atos de “terrorismo” pelo Estado.

Consequentemente, tanto os “coxinhas” quanto os “vândalos” são, para o senso comum ingênuo, “anti-PT” – enquanto que aqueles que se posicionam contra tais posturas são “PT” (embora, especialmente com relação aos “vândalos”, existam pessoas que digam que tudo não passa de tática petista – algo como uma “estratégia lulo-petista-gramsciana-bolivariana-bolchevique”, para utilizar o linguajar alucinógeno desse pessoal). Isso explicita, ademais, a pobreza da crônica política nacional: se não sou “PT”, necessariamente devo ser “anti-PT” – o que, para um percentual imenso da população, significa ser “pró-PSDB”. Vê-se, assim, que não existe mundo fora do PT – o que é alavancado pela peemedebização do partido desde o segundo mandato de Lula, o qual, assim como Dilma, arrastou asas e mais asas para os neoliberais.

Direita e esquerda políticas: crítica ao senso comum

Esquerda x Direita

É árdua a tarefa de definir e distinguir direita e esquerda, ou ao menos saber se tal distinção faz sentido prático ou teórico, e admito que isso fez com que eu, pessoalmente, me afastasse da discussão por acreditar que ela não pudesse trazer benefícios no que diz respeito a um entendimento sério, acadêmico a respeito. Não acredito que essa diferenciação, surgida no século XVIII na França por ocasião das revoluções, tenha acompanhado as complexidades do capitalismo e da política mundiais, mas serve como ponto de partida para algo mais complexo. Portanto, me faço na obrigação de defender aqui meu ponto de vista – de inúmeros outros pontos de vista existentes acerca do assunto – e elencar as definições que estão, de fato, equivocadas, pois, claro, há diferenças entre pontos de vista divergentes e pontos de vista conceitualmente errados, e, infelizmente, o Brasil está abarrotado deles.

Filosofia da Liberdade Absoluta

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Em uma época que a ciência avança em escala logarítmica e, juntamente a ela, a humanidade despe-se de suas crenças e superstições devido à concretude incontestável com que a verdade lhe é apresentada. O ser humano apenas aumenta aquela que é, e sempre será, a sua maior ilusão: a ideia de liberdade.

Ilude-se diária e cegamente o homem moderno por defender a existência de uma liberdade que não lhe pertence, uma vez que essa não é concreta. Um ser que obedece a uma constituição e pertence a uma religião, a uma família, a um grupo social, ou qualquer atividade coletiva, sofre alguma espécie de dominação sobre sua vida, assim como as leis estatais, ou mesmo sobre sua mente, como valores morais religiosos.