cotas..

Cotas raciais: constitucionais, legítimas e necessárias

O Artigo n.5 da Constituição Brasileira é frequentemente utilizado como argumento para invalidar a importância das cotas raciais. O artigo diz: “Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção Leia »

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BRICS – A Nova Casa, Novos tijolos

A envolvente cidade de Fortaleza no Brasil e cinco audaciosos países na pauta mundial, as cinco economias que emergem conhecidas pela sigla BRICS que representa as iniciais de Brasil, Rússia, Índia, China Leia »

http://sociedaderacionalista.org/wp-content/uploads/2014/11/Livre-Arbitrio-Stephen-Hawking-Blog-Thomas-Conti.jpg

O Livre Arbítrio segundo Stephen Hawking

O problema do Livre Arbítrio, segundo o físico Stephen Hawking As pessoas tem livre arbítrio? Se temos livre arbítrio, onde na árvore evolucionária ele se desenvolveu? As algas azuis ou bactérias tem Leia »

fim do mundo

Onde termina o Homem e começa o Mundo?

Onde começo e onde termino? Pensei se deveria me medir do dedinho do pé até o mais longo fio de cabelo, mas concluí que não seria suficientemente confiável. A questão me perturba Leia »

urna_corrompida

As eleições e o viés de confirmação

Nessa época de eleições (e na vida também… por que não?) nós poderíamos estar mais atentos a algo conhecido como “viés de confirmação”, que é “a tendência natural de procurar pistas e Leia »

Cotas raciais: constitucionais, legítimas e necessárias

cotas..

O Artigo n.5 da Constituição Brasileira é frequentemente utilizado como argumento para invalidar a importância das cotas raciais. O artigo diz:

“Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade(…)”

Será que desta forma esta política afirmativa estaria ferindo a constituição? Pelo contrário.

BRICS – A Nova Casa, Novos tijolos

brics

A envolvente cidade de Fortaleza no Brasil e cinco audaciosos países na pauta mundial, as cinco economias que emergem conhecidas pela sigla BRICS que representa as iniciais de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, último a entrar no grupo compõem os chamado blocos, ou literalmente ” tijolos”. Inicialmente chamados assim pelo executivo Jim O’Neill, do conglomerado financeiro estadunidense Goldman Sachs, porque se destacaram de forma global por seu desenvolvimento. O termo foi usado em um estudo publicado no 2001 Building Better Global Economic Brics e tem uma aproximação sonora com a palavra Bricks, tijolos em inglês, (criando um jogo de palavras com a sigla) e estes países exatamente como blocos, construíram uma solida ligação e reputação que terminou por concretizar algo mais organizado nesse momento. Se antes os consideravam países soltos e sem algo em comum exceto na questão econômica (diga-se questão fundamental), agora os Brics simplesmente mudaram a historia (mudaram o mundo). Há alguns anos atrás estes países eram chamados de” terceiro mundo”, hoje a realidade é diferente e usar tal termo tornou-se um equivoco imperdoável, pois é uma referencia pejorativa.

O Livre Arbítrio segundo Stephen Hawking

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O problema do Livre Arbítrio, segundo o físico Stephen Hawking

As pessoas tem livre arbítrio? Se temos livre arbítrio, onde na árvore evolucionária ele se desenvolveu? As algas azuis ou bactérias tem livre arbítrio, ou é o seu comportamento automático e contido no reino da lei científica? São apenas os organismos multicelulares que tem livre arbítrio, ou apenas os mamíferos? Nós podemos pensar que um chimpanzé está exercendo livre arbítrio quando ele escolhe abocanhar uma banana, ou um gato quando ele rasga o sofá, mas e quanto a um nematódeo chamado Caenorhabditis elegans – uma criatura simples feita de apenas 959 células? Ela provavelmente nunca pensa, “Essa foi uma bactéria muito deliciosa que eu jantei agora pouco”, entretanto ela também tem uma preferência bem definida por comidas e vai poder tanto se contentar com uma refeição pouco atrativa ou ir buscar algo melhor, dependendo da experiência recente. Isso é o exercício do livre arbítrio?

Onde termina o Homem e começa o Mundo?

fim do mundo

Onde começo e onde termino? Pensei se deveria me medir do dedinho do pé até o mais longo fio de cabelo, mas concluí que não seria suficientemente confiável. A questão me perturba bastante, talvez tanto quanto a definição do que sou. Aliás, essa medição depende da primeira definição, pois para saber quanto sou preciso saber, antes de tudo, que diabos eu sou. Fico preocupado porque não sei definir o que sou eu e o que é a outra pessoa quando nos abraçamos. Acredito que preciso conhecer esse limite, porque não quero continuar a me confundir com outro a cada novo abraço ou aperto de mão.

As eleições e o viés de confirmação

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Nessa época de eleições (e na vida também… por que não?) nós poderíamos estar mais atentos a algo conhecido como “viés de confirmação”, que é “a tendência natural de procurar pistas e levar mais a sério evidências que confirmem as nossas crenças”[1].

As quatro irmãs

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Por Adriano Belisário na Pública

Negócios familiares, proximidade com governos, financiamento de campanhas e diversificação de atividades – da telefonia ao setor armamentício – compõem a história das gigantes Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.

A Navalha de Occam

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Numquam ponenda est pluralitas sine necessitate.
– Guilherme de Ockham (c. 1287-1347)

A frase mais famosa que é atribuída a Guilherme de Ockham, “Entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem,” traduzida para “Entidades não devem ser multiplicadas além do necessário”, não está presente em seu trabalho, e deve mais ao teólogo John Punch (1603-1661). Ockham ele mesmo só disse a frase citada, “Pluralidade não deve jamais ser postulada sem necessidade”, e a filosofia de se livrar de detalhes desnecessários é uma característica de seu trabalho, não exatamente uma frase específica que ele um dia disse. E ainda, isso é só um tipo de posição filosófica/intuitiva, sem uma definição específica, clara e prescritiva. O que é pluralidade? O que isso tem a ver com qualquer coisa? O que é essa maldita “navalha” e o que ela está cortando?

À lei da monotonia

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Direitos. Os meus direitos:

viver, ir e vir, vestir, morrer.

Cadê

O direito inalienável de ser?

Eu ou você?

[CRIE SEU PARTIDO] P-VERIL

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[CRIE SEU PARTIDO] P-VERIL

Antes de mais nada eu vos apresento o meu partido: P-VERIL, mas qual o significado desse nome tão incomum dentre todos os partidos hoje existentes?

A idealização do atendimento e a inexpressão da individualidade

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Eu sempre senti um incômodo pela pressão social para nos padronizarmos, pensarmos e agirmos iguais. Essa pressão acontece diariamente em situações diversas e dentro do ambiente profissional não é diferente. Vivemos uma cultura de enganos e idealizações onde a realidade deve ser disfarçada em um padrão mais confortável de experiência; onde a satisfação do cliente só parece ser completa se vendermos a ele o que nós, como sociedade, idealizamos: um mundo sem problemas, ou, pelo menos, de fachadas bem pintadas para que os problemas não se mostrem.